Doutrina é vida. Doutrina, a qual refiro-me, é a doutrina bíblica.

Veja o que está escrito abaixo.

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E Mais!

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Você, que ama a Cristo, que é redimido, pare, pense, e aja de acordo.

Deus o abençoe.

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É muito interessante quando muitos cristãos que não estão passando por privações em suas vidas postam nas redes sociais frases de “otimismo” cristão. Infelizmente, os que mais são ortodoxos, muitas vezes, em seus posicionamentos, são os que muitas vezes deixam de lado a misericórdia para com os que sofrem. 
Dizer aos que sofrem que “confiem em Deus” sem nada fazer para minorar o sofrimento alheio não é o que Cristo nos ensinou. 
Não sou a favor de uma ajuda social divorciada da ortodoxia. Esta sempre deveria vir em primeiro lugar, sem dúvida. Mas se a ortodoxia não nos move à compaixão para com os que sofrem, não seria esta ortodoxia morta em si mesma? Ora, a Escritura diz que a “fé sem obras é morta”. Ainda que Lutero (mesmo respeitando-o muito) tenha dito que a carta de Tiago é uma “epístola de palha”, ainda acredito que esta mesma carta é um comentário prático, (e canônico!), do Sermão da Montanha. 
Nego-me a crer que podemos e devemos diminuir nossa ação social usando as próprias palavras de Cristo. Seremos julgados pelo que cremos e, se esta crença for real, no que fizemos com base na mesma. 
No final da vida, seremos julgados no amor. Pensemos nisto.

É tão possível para o corpo físico sobreviver sem seus órgãos internos do que a alma sentir-se viva sem estar em comunhão com Deus.

 

Creio na capacidade que o ser humano recebeu de Deus de possuir, em sua alma, inteligência para analisar e chegar a conclusões sobre o mundo que tem ante seus olhos. Mas, em meu coração, não acredito que o ser humano possa conseguir aquilatar de maneira completa, nesta vida, o que foi a obra do Senhor Jesus Cristo. Acredito que necessitaremos de toda uma eternidade a fim de podermos admirar e adorar de maneira mais completa e digna de Deus, o que foi a vida, paixão, morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo.

O Senhor Jesus Cristo é Senhor, e nada nem ninguém em todo o orbe poderá destituir o significado que isto representa para a Igreja do Deus Vivo e para toda a ordem criada.

O amor de Deus, ou melhor, Deus, em seu amor, não satisfez-se em nos querer bem, em nos agraciar com a ordem criada, com as maravilhas de tudo o que Ele fez: ao acontecer o pecado neste mundo tão rico de mistérios e surpresas, tal amor divino não colocou-se a margem de nosso sofrimento (que nós, infelizmente, causamos, e em outros fazemos existir). Deus. Em seu amor puro e soberano (sim, pois, mesmo em sua soberania, Deus desceu até os homens, a fim de nos resgatar, por meio de Seu Filho Unigênito), nos quis como éramos a afim de que não fôssemos mais como éramos, mas para que nós sejamos semelahnets a Ele mesmo.

Quem de nós, neste mundo, poderia imaginar um amor tal como este. Nenhum novelista poderia erguer um templo intelectual que tivesse tais cenários de amor, sacrifício, dor, triunfo e glória tão excelso, como o é a história da cruz.

Nosso futuro lar, pela graça. O Céu (Sem Cristo, não seria céu)

Cruz, simples e preciosa: Cristo ressurreto é o motivo de nossa glória

Problemas de relacionamento entre membros da Igreja têm, em geral, como motor principal, o desconhecimento das verdades da Palavra de Deus e, consequentemente, por desprezarmos o que Deus diz em Sua Palavra, acaba-se descobrindo que, se nela não crermos, quaisquer substitutos barato acabam sendo adotados na ânsia de se resolver estes problemas. Troca-se a Palavra do Deus vivo por soluções humanistas e repletas de vazio. E vazios ficam os que em tais coisas se apóiam. Infelizmente. O testemunho que se dá ao mundo é que o Senhor e Sua Palavra não são suficientes e, por isto, precisamos de nos estribar no que Freud, Jung, May e Maslow disseram!

Quando Cristo é importante? Na saúde ou na doença? Bem, em ambos os casos. No primeiro, para sermos sempre gratos a Ele. No segundo, para dependermos e amarmos a Ele em meio a tudo isto. Portanto, em todo o tempo, ao Senhor seja a Glória. Amém.

Em meio à doença, meu maior bem não é a cura imediata. Deve ter-se em vista que, ao defrontarmo-nos com um fato inegável da fragilidade do corpo ante uma enfermidade, como cristãos, devemos glorificar a Cristo em meio a este processo, que pode redundar em glória a Ele. Submetermo-nos ao Seu querer perfeito, pedindo graça para a luta a frente de nós, e que Ele faça o Seu querer em nós e através de nós. E, nisto tudo, sabemos que somos limitados, frágeis, e dependemos do amor de Cristo e dos do Seu corpo, os amados irmãos que compartilhamos nossas dores.

O problema não é a má pregação somente. É a boa pregação ser transmitida como se fosse um assunto banal, sem consequências eternas. Veja bem, tais consequências são ETERNAS. Não se está brincando com fatos passageiros e sem nenhuma importância maior do que a última viagem para o castelo de Caras! Na realidade, é minha triste convicção que mais males causam pregadores que não amam a Cristo (mesmo que suponham fazê-lo) do que aqueles que o desprezam. Enquanto estes mentem a respeito da glória do Cordeiro Ressurreto, (afinal, isto é normal para “pregadores” que desprezam a Cristo) aqueles não mostram porque Cristo deve ser amado. E uma das formas que aqueles mostram que não amam a Cristo é o modo como eles vivem diariamente e como pregam a Palavra de Deus. Se Cristo e Sua Palavra não são o motor principal de nossas vidas e pregações, o que nos move então?

Cristo é suficiente? Sua Palavra é Suficiente? Se as mesmas são suficientes, porque deveríamos admitir novas revelações ditas “do céu” (lembro-me de Mary K. Baxter e outros “reveladores” atuais) para informarmos o que há no além? Ou o cânon da Escritura está fechado, ou nós estamos dizendo que a Palavra de Deus não é suficiente para nós.

Eu devo estar pronto a morrer pela fé bíblica, revelada na Palavra de Deus. Eu devo estar disposto a morrer pelos livros de Mary Baxter ou quem quer que seja? Creio que não! A Bíblia é a Palavra de Deus e os livros destes reveladores modernos são… algo totalmente dispensáveis.

A grande tragédia da vida não é morrer sem ter feito nada, é viver sem ter conhecido a razão pela qual viver. O Senhor Jesus Cristo é o centro e a essência da vida do ser humano. Fora dele, somente o caos e o desespero.

“Sou um pecador” foi substituído pelos santos de plástico modernos por “sou um vencedor” e o resultado é a antropologização (e consequente paganização e sincretização sem limites da Igreja), enquanto bradamos aos céus que estamos numa época de crescente avivamento bíblico. Na verdade, nossa confissão e a visão que temos de nós mesmos denuncia a qualidade e a derrocada do evangelicalismo moderno. Somente uma volta à Teocentricidade da Mensagem Bíblica poderá fazer com que sejamos conhecidos não por nossas supostas “vitórias”, mas por nossa piedade profunda e influenciadora.

“Mens et Cor in Deo”. Meu lema, minha paixão, meu desígnio. “Porque por Ele, por meio Dele e para Ele são todas as coisas. Glória pois a Ele, eternamente. Amém.”

Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.

Após o último suspiro, não importa quanto ganhamos, mas o quanto NOS doamos. Pense nisso. (Cristianismo é doar, por ter recebido)

Nosso ditos “dons” não são nossos. Eles são para o Louvor de Deus e edificação do Seu povo. Portanto, o uso deles como tem sido feito atualmente, indicam ou que tais dons são espúrios ou nós somos responsáveis de uma imitação grotesca da verdadeira espiritualidade, que tem como foco não o sucesso, mas a fidelidade.

A fidelidade e meio a esta geração decadente (geração do avivamento? Qual avivamento? Que espécie de avivamento?) é o remédio mais necessário para vivermos a verdade do Evangelho. Pobre da geração que acredita em sensações ao invés de viver o evangelho bíblico!

Creio em Milagres! Bíblicos. E que tenham como foco a Glória de Deus, e não a glória do Pregoeiro.

Qual o maior milagre do mundo? Uma alma morta em delitos e pecados ser revivificada pelo poder do Espírito de Deus, através da pregação do Evangelho. Isto nos mostra a extrema importância da pregação, e não que ela seja somente um adereço nada importante no fim do culto.

A honra verdadeira do cristão está na cruz, não na sua conta bancária ou nos seus aviões “para o ministério”

Minha glória não é deste mundo. Ela vem do céu e permanece no céu. Minha glória não é algo, mas alguém: O Senhor Deus. Ele é meu e eu sou Dele.

Se Deus não é Soberano de forma Absoluta, porque eu deveria crer em absolutos morais? Se algo em Deus não é absoluto, cai por terra a crença de que haja em Deus algum atributo que deveríamos crer e amar. Assim sendo, um Deus que não seja absoluto é um Deus fadado ao obsoletismo. Este mesmo Deus proclamado pela mídia gospel é indigno de ser adorado, e não é o Deus que a Bíblia proclama como sendo verdadeiramente DEUS.

O interesse de um cristão pela obra missionária está ligado proporcionalmente ao amor que se tem por Cristo Jesus.

Não há modo de sermos santos a não ser sendo semelhantes ao Senhor Jesus Cristo. Fora dele, não há verdadeira piedade e vida espiritual. Santidade é ser semelhante a Cristo. E Sua morte e ressurreição nos abriu a porta para sermos santos

Não conheço outra forma de expressar nossa gratidão e amor pelo Senhor do que vivendo para Ele e Sua glória. Qualquer outra coisa é uma contrafação barata de uma vida verdadeiramente piedosa.

Se a glória de Cristo não nos interessa enquanto estamos neste mundo, porque deveríamos pensar que ela se tornará automaticamente importante para nós quando chegar o momento da morte?

Se o céu não é importante para alguém enquanto em vida, porque deveríamos imaginar que ele se tornará importante na hora da morte?

Ter amigos é um presente celeste num mundo como este onde abundam tantas dores. E dor maior do que o abandono dilacera o coração dos mais fortes, e faz desmaiar o coração dos frágeis. Amigos são flores no deserto da vida. Amigos são consolações permanentes em meio à dor de cada dia. Amigos são bênçãos da graça de Deus em nossa vida. Deus seja louvado pelos amigos que Ele me deu.

Quanto mais próximos de Deus, mais necessitamos ser puros. E nunca nos orgulhamos por estar mais próximos, mas, ao contrário, nos sentimos mais e mais indignos de tamanha misericórdia a nós concedida.

Minha fraqueza não é desculpa para pecar.

Nosso amor a Jesus limita-se ao nosso saber teológico, que transforma-se no “odium theologicum” direcionado aos que não concordam conosco em todos os pontos e subpontos? Que espécie de amor bíblico, que se fundamenta na verdade é este? Que maior valia tem este tipo de “amor” do que o “amor” que os cavaleiros das Cruzadas tinham por Deus? Vivamos o amor, em obras e palavras, para a glória de Deus.

Crer em “apóstolos” modernos é descrer da autoridade e suficiência da Escritura. E quem descrê da mesma, descrê de Cristo, pois ela é a Palavra de Cristo, final e verdadeira.

 Creio em milagres quer glorifiquem a Deus, não em milagres que tenham como foco o incremento financeiro de qualquer “milagreiro” moderno. Os grandes milagres em geral não chamam a atenção por sua “espetaculosidade”, mas por seu modo de levar vidas a que glorifiquem a Deus, mesmo em meio à dor.

Somente posso explicar que alguns ditos cristãos atualmente andem tanto a caça de novas revelações por que são preguiçosos em estudar a Escritura, e ouvir Deus falar através da mesma, ou porque não crêem que ela seja realmente a Palavra de Deus.

Um povo que despreza seu passado, tratando somente de seus problemas atuais e ignorando que o futuro se faz com a aprendizagem do que se viveu está fadado a repetir indefinidamente velhos erros que poderiam facilmente ser evitados.

Nunca poderemos nos esquecer que Deus é amor, mas seu amor não limita ou modifica ou constrange sua santidade. Ele é amor, mas também é santo.

A razão de nossa incapacidade de amarmos mais a Deus é não se deve às circunstâncias exteriores, posto sermos os piores inimigos de nós mesmos, mas devido nosso amor por Sua Palavra ser tão tíbio e frágil.

O alcance dos efeitos da morte de Cristo devem ser entendidos não como tendo um efeito universal, dando a entender que todos serão beneficiados por Sua Morte e ressurreição, mas no sentido claro e escriturístico de que com Sua Morte e Ressurreição todos os que foram dados pelo Pai no pacto da Graça são, efetivamente, salvos.

A perseverança dos cristãos em direção ao céu não se deve a um poder inerente a eles mesmos, mas pelo poder de Cristo, manifesto soberanamente em Sua Morte e ressurreição em favor deles.  

A Glória de Cristo não se encontra, através de sua morte e ressurreição, em que todos sejam “salváveis”, mas em fazer com que todos os eleitos, pelos quais ele padeceu, sejam real e verdadeiramente salvos. Eternamente, gloriosamente e infalivelmente salvos.

Onde a glória humana? Onde o orgulho fútil? Cristo venceu a Morte, pagando o nosso preço, para salvar para Si, eternamente, um povo eternamente para Ele. Louvado seja o Nome de Jesus Cristo para Sempre! Que maior motivo teríamos na vida para Servi-Lo amorosa e sacrificialmente?

O Evangelho Bíblico é o anúncio da Glória de Cristo onde Ele padece pelos pecadores o que eles mereciam padecer, tudo unicamente, por graça, não por algo que fosse “amável” nestes pecadores.

Deus nos deu a Sua palavra escrita, não para nos confundir, mas para se comunicar conosco. (Keith Mathison)

A incapacidade das pessoas que perambulam em nossas igrejas em lerem suas Bíblias e as entenderem devidamente somente pode ser comparada com a extrema dependência das mesmas em ouvir a “voz de Deus” por outros meios que não a Palavra de Deus.

Tenho pensado sobre este fenômeno. Fui salvo e cresci em igrejas de cunho pentecostal. Desde cedo, aprendi da parte de pessoas sinceras, devotas e dedicadas, que ainda hoje Deus poderia falar com alguém, através do chamado “dom de profecia”. Não desejando entrar no mérito desta questão (dons são para hoje? Se são, quais?), ao amadurecer no decorrer da caminhada cristã, notei que muitas pessoas do meu convívio acabam por se tornar extremamente dependentes de tais manifestações. Acabam por desdenhar, algumas vezes, quando há somente a exposição da Palavra de Deus (isto é, quando há!), ao invés de alguém levantar-se em meio ao culto e dizer um “Assim diz o Senhor”.

Creio que a via media em tudo isto é: a Palavra de Deus é suficiente e eficaz. Tal como a morte de Cristo é eficaz para salvar um número indefinido de pecadores perdidos, assim a Palavra de Deus é eficaz para nos levar ao conhecimento salvífico de Deus, pela ação todo-soberana do espírito de Deus.

É um corolário simples: Se Deus inspirou Sua Palavra, e colocou seu “Amém” na mesma, Ele não irá acrescentar algo a ela posteriormente, muito menos vai contradizê-la.

Porque a Palavra de Deus é tão desprezada hoje em dia em tantos círculos ditos “avivados”, cristãos pentecostais e carismáticos? Penso que é por simples falta de confiança (fidúcia) na mesma. Não houve uma explicação clara e lógica do que é a Palavra de Deus em muitos lugares. Ela é tratada mais como um manual de boa conduta do que o Livro de Deus. Ela não passa, em muitos lugares, de um livro de “pode e não pode”. Não é a voz de Deus (Vox Dei), mas a voz de nossos gostos pessoais…

A Morte de Cristo não anulou as exigências de uma vida santa como haviam antes do Calvário. Não sacrificamos mais ovelhas para nosso perdão, mas agora o foco de nosso sacrifício, para uma vida santa, como consequência da regeneração que em nós houve pelo poder do Espírito de Deus, é o sacrifício de nosso ego.

 

Amar a Cristo não é questão de sentimentos apenas, mas de atitudes que comprovem exteriormente a existência do que há interiormente.